Artigos

  • 01/01/2002
    Brasil: I Love you
    O mundo não é o mais o mesmo depois de 11 de setembro. Uns pensam que estamos frente a uma guerra de civilizações: de um lado a judaíco-cristã, do outro lado o Islã, levando-nos a uma nova cruzada, como se expressou no primeiro momento o Presidente Bush, enquanto outros defendem a idéia que o que está ocorrendo é a velha história do mocinho e do bandido.
  • 12/12/2001
    Jacques Lacan, o analista do futuro
    É curioso falar de um analista do futuro quando nos acostumamos a pensar em psicanalistas do passado. A idéia que fazer análise seja remexer no velho baú da infância contribuiu para montarmos a caricatura do psicanalista semelhante à antiga imagem do guarda-livros, uma pessoa empoeirada e opaca.
  • 18/08/2001
    Quais são os novos horizontes da políticas de admissão da Escola?
    Esse é o título que me foi solicitado, à guisa de abertura, para o primeiro Colégio do Passe da Escola Brasileira de Psicanálise, após seis anos da experiência.
  • 05/06/2001
    Solidão dos Executivos – Líderes
    A solidão dos executivos, em especial aqueles em posição de liderança, não é sempre um problema, como pode parecer. Ela deve ser abordada por, ao menos, três aspectos : a solidão desejada, a solidão exibida e a solidão sofrida.
  • 01/01/2001
    Um novo tempo: a reunificação do campo psicanalítico
    “Ultrapassadas as margens, há um limite.” É uma citação de Lacan utilizada por Jacques-Alain Miller para explicar o seu “basta” de agosto de 2001.
  • 06/11/2000
    Feliz Ano Novo
    Não adianta você querer dizer que nada tem a ver com isso, que é só uma data no calendário, que o Ano Novo não muda nada, que todo dia é igual ao outro, que você está acima ou indiferente a essas convenções sócio-comerciais, que o Ano Novo é patrocinado pelas agências de turismo, como o Natal seria invenção do clube dos lojistas.
  • 29/09/2000
    Sigmund Freud do Brasil
    O brasileiro ama o inconsciente. Há povos que detestam. O brasileiro sabe que no fundo as coisas não são bem como se apresentam, que há sempre uma outra janela, um outro enfoque, e que com o desejo não se faz ortopedia.
  • 01/01/2000
    O dia de todo mundo
    Nem todas as datas são universais. Um aniversário quer dizer muito para quem faz anos, e para os seus mais íntimos; uma formatura, já vai além no interesse, mobiliza mais gente; como um casamento, as solenidades religiosas, as paradas cívicas e assim por diante.
  • 01/01/2000
    O mundo é meu lugar
    O prazer tem algo de cafona: de comprar jornal de domingo de chinelo de couro...
  • 09/09/1999
    Geração Mutante: Palavra Diz, Palavra Toca
    Dos dois lados do Equador, em Escolas da AMP, Escola Brasileira de Psicanálise e Escola da Causa Freudiana, discute-se, nesse ano de 1999, “Palavras e Corpos”.
  • 04/01/1999
    Curtos-circuitos do gozo
    Quando a palavra não é mais necessária para intermediar o que se quer, para refletir sobre o que se teme, para inquirir o que se ignora; quando a palavra perde sua função de pacto social, ficamos suscetíveis ao curto-circuito do gozo. O gozo que prescinde da palavra é, em conseqüência, ilógico e desregrado.
  • 03/01/1999
    Do insulto e do elogio
    Existe, eu diria, um fascínio, uma sedução, uma hipnose no insulto. As pessoas ficam hipnotizadas ao serem insultadas. Ao contrário do elogio, que é sempre questionável, o insulto não deixa dúvida sobre seu alvo. Há uma tendência a dar peso de verdade ao insulto e a desconfiar do elogio.
  • 02/01/1999
    A importância de ser ninguém
    Nada parecia perturbar a tranqüilidade aveludada daquele tradicional hotel, solidariamente ancorado às margens da Avenida Montaigne, em Paris. Meus pensamentos devaneavam, observando o velho pianista tocando, no velho piano, velhas canções para um público de época.
  • 01/01/1999
    Paranoïa (em francês)
    Ça allait très mal. Il s'était disputé avec son père et avec sa mère, car il estimait ne pas avoir reçu l'attention et l'affection qu'il aurait fallu. Son frère aîné, avec lequel il avait dirigé une école de foot - la passion du sport était une manie dans la famille - était maintenant à ses yeux un escroc, un tricheur; il aurait préféré voir le diable que de le rencontrer, même par hasard, ce frère.
  • 01/04/1998
    A Conversação - Em Direção ao Âmago da Comunidade Analítica
    O coração, a essência, o âmago da comunidade analítica é a causa. A causa é o contrário do ideal. ideal tem cara, cheiro, cor, tamanho, está no futuro, na frente, indicando o caminho tal a cenoura do burro da carroça.
  • 24/02/1998
    O Homem Cordial e a Psicanálise
    A imagem do brasileiro é a de uma pessoa naturalmente simpática, extrovertida, prestativa, que se interessa imediatamente pelo problema do outro; de riso fácil, andar molenga, de tendência pacífica; amante da música, do sol e da multidão.
  • 01/01/1998
    A Bagagem do Analista 1
    Dou o nome a este texto de Bagagem do Analista. No tempo da Internet, dos Congressos e Encontros que se multiplicam, o analista é constantemente convidado a fazer as malas, de fato ou virtualmente, para estar com seus colegas e repartir a mesma estrada. A bagagem do analista não deve ser muito pesada, melhor levar só o necessário.
  • 12/12/1996
    Por um aggiornamento
    Ser analista é uma opção ou é uma necessidade? Dizendo que é uma opção, deduzo a existência de um modelo, de um ideal, que permite a expressão da vontade, do querer ser analista. Dizendo ser uma necessidade, refiro-me a algo que se impõe, a uma causa que é assumida.
  • 01/05/1996
    Um Significante Novo, o Real e a Mulher* (inclui o comentário de “O Homem da Areia”)
    “Nossos significantes são sempre recebidos. Por que não inventar um significante novo? Um significante, por exemplo, que não teria, como o real, nenhuma espécie de sentido?” (Jacques Lacan)
  • 27/04/1996
    A mulher e o analista, fora da civilização
    Artigo publicado no livro Problemas ao feminino, Campinas: Ed. Papirus, 1996.
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